Sábado, 5 de Dezembro de 2009

.: 115. The Lost Continent, Bill Bryson :.

320 páginas

 

Sinopse:

I come from Des Moines. Somebody had to.

And, as soon as Bill Bryson was old enough, he left. Des Moines couldn't hold him, but it did lure him back. After ten years in England he returned to the land of his youth, and drove almost 14,000 miles in search of a mythical town called Amalgam, the kind of smiling village where the films of his youth were set. Instead he drove through a series of horrific burgs which he renamed Smellville, Fartville, Coleslaw, Dead Squaw, Coma, Doldrum. At best his search led him to Anywhere, USA; a lookalike strip of gas stations, motels and hamburger outlets populated by obese and slow-witted hicks with a partiality for synthetic fibres. He found a continent that was doubly lost;lost to itself because blighted by greed, pollution, mobile homes and television; lost to him because he had become a foreigner in his own country.

 

Opinião:

Ouvi falar deste autor, como ouvi falar de muitos outros, através do Bookcrossing. Fiquei com a impressão de que os seus livros seriam divertidos e agradáveis de ler. Assim, resolvi tentar e aventurei-me com este.

É um livro de viagens, o que à partida não me agradaria muito - não vai de encontro ao que habitualmente leio. Mas este é um livro de viagens diferente, com um tom muito descontraído e que me fez dar umas boas gargalhadas.

Em The Lost Continent, Bryson descreve uma viagem que fez através do seu país, os Estados Unidos da América. É não raras vezes muito crítico em relação a alguns estados e localidades que visitou; por vezes torna-se repetitivo, especialmente quando fala nos pequenos restaurantes que serviam comida horrível, nos hóteis que cobravam preços absurdos... Mas, apesar de tudo isso, não deixou de aguçar a minha curiosidade acerca do país. Este foi um livro que me deixou com vontade de conhecer mais da obra de Bryson. 

Sílvia às 14:59
link | comentar
:
De Sam F a 5 de Janeiro de 2010 às 07:01
«...o que à partida não...» em vez de «...o que há partida não...»
De Sílvia a 5 de Janeiro de 2010 às 18:46
Agradeço o reparo.

Comentar post