Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

.: 111. O Cirurgião, Tess Gerritsen :.

336 páginas

 

Sinopse:

Ele mata sem pressa. Sabe exactamente onde e como quer cortar o corpo da sua próxima vítima... E fá-lo com rigor, com perícia, seguindo um ritual de sangue que alimenta a sua sede de poder e controlo. Mas quem é esse homem? É um homem ou um monstro?

Jane Rizzoli não se deixa impressionar com facilidade. É a única mulher na Brigada de Homicídios de Bóston pelo que nunca se pode mostrar frágil ou vulnerável. Aquele é um mundo de homens, mas ela é uma sobrevivente. De igual força e determinação, Catherine Cordell, hoje uma reputada médica, foi a única sobrevivente de uma série de horríveis crimes cometidos dois anos atrás. Quando recomeçam a aparecer corpos mutilados da mesma forma que as vítimas do cirurgião, Catherine percebe que o seu pesadelo não acabou. Será que o seu torturador não morreu afinal? Porque a persegue? Qual o seu plano de vingança?

 

Opinião:

Um thriller que prende o leitor do princípio ao fim, sem dúvida. A exposição do enredo e a descrição dos diversos ambientes é muito bem conseguida. É notória a experiência da autora como médica (algo que também é visível nos títulos das suas obras - achei imensa piada aos da série de "thrillers médicos". Foi o meu primeiro contacto com esta autora e fiquei com uma óptima impressão - mal posso esperar para ler os restantes livros.

Sílvia às 19:14
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De Andreia Fernandes a 15 de Maio de 2010 às 19:41

Peço desculpa, mas eu não percebi muito bem se esse livro elogia ou critica o Cirurgião. Seria possível o esclarecimento? (:
De Sílvia a 16 de Maio de 2010 às 12:55
Antes de mais, obrigada pelo comentário :)

Fala do assassino que é apresentado no livro, se bem percebi. Do meu ponto de vista, o livro não pretende elogiá-lo ou criticá-lo, apenas o apresenta como a autora decerto pretende que ele seja: alguém inteligente, meticuloso, que infelizmente utiliza as suas capacidades e conhecimentos para matar. As suas "qualidades" são descritas mas não de forma a mostrá-lo como alguém "bom".

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